O que é a identidade, senão uma história? Esta é a minha auto-história, uma viagem poética pela minha imaginação. O que as perguntas sobre meu nome próprio e minha condição de mulher têm a me dizer? A resposta está na forma de uma criatura.

Através da poesia, da dança e do canto um grupo de mulheres negras se conecta com sua ancestralidade e busca curar a história que as trouxe até aqui. Através das tradições corporais de seus territórios, aliadas às suas experiências pessoais, vidas e memórias encarnadas, investigam suas possibilidades de escrita de si através do corpo e de seu movimento, deixando para trás a narrativa colonial que lhes foi imposta e buscando seu próprio ritmo interior.

Esta travessia começa no rio Capibaribe, por onde muitas pessoas traficadas de África entraram no Brasil. Seguimos por lugares que quase escondem o horror da tragédia colonial. Apesar de tudo isso, encontramos estratégias para sobrevivermos à feiura do mundo. Seth é o juiz; e Sethico, seu julgamento.

Com os olhos livres, coração aberto, bons amigos e um punhado de sorte, Gurcius Gewdner revisita algumas de suas aventuras dos últimos cinco anos, sobrevive ao implacável inverno Russo e faz a seguinte pergunta: quão longe pode ir um filme underground brasileiro?

Oceano Atlântico, Ano 1500. Durante a viagem das naus comandadas por Pedro Álvares Cabral estranhos acontecimentos fazem com que a tripulação se perca no espaço e no tempo sem nunca chegar ao Brasil. “A Viagem Sem Fim” é uma remontagem do clássico “O Descobrimento do Brasil” (1937), de Humberto Mauro.

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