Uma comunidade indígena do povo Kariri, situada na Chapada do Ara- ripe (zona rural do Crato/CE), reflete acerca da água: o mito indígena de recriação do mundo junto com as águas contra o mito desenvolvimentista capitalista de controle das águas e das corpas humanas e não-humanas que habitam o (entorno do) Rio São Francisco (Opará).

“Rasga Mortalha” parte da lenda da coruja “Suindara” — muito contada no folclore do Norte e Nordeste — para abordar as urgências sociopolíticas do país. Crê-se que o aparecimento de seu vulto branco, seguido do grito selvagem — que lembra o som de um pano sendo rasgado ao meio —, traz consigo o signo da morte. Como vetor metafórico para pensar, e também transcender, uma visão fatalista da história do Brasil, o artista se vale dessa tradição popular para cruzar séculos de acontecimentos públicos com memórias, referências e imaginações pessoais, criando uma narrativa carregada e cortante.

Na noite de Natal, duas mulheres dialogam numa barca que desliza sobre as águas de uma lagoa escura e gelada. Um acontecimento inesperado mar- cará o término dessa travessia. Baseado no conto “Natal na Barca”, de Lygia Fagundes Telles.

Um homem bêbado desaparecido. Uma geladeira trancada. Uma unha no bolo de carne. Uma circunstância suspeita.

Durante um almoço de Natal, dois garotos planejam sacrificar seu primo mais velho para uma misteriosa entidade.

Uma noite entre amigos em um pub se transforma numa brutal luta pela sobrevivência com a chegada de uma criatura demoníaca.

Na esperança do mais alto pedestal / O teu castelo ruiu / Numa poeira infernal”.

Elisa tenta recuperar sua qualidade de vida, após o fim de um relaciona- mento abusivo, enquanto uma assombração torna essa jornada ainda mais desafiadora.

Em 2019 o governo brasileiro liberou 290 novos agrotóxicos em seu merca- do interno. 18 deles são extremamente tóxicos. 290 Venenos faz um exercício de imaginação sobre o uso excessivo de substâncias venenosas em nossos alimentos, já que as liberações de agrotóxicos no Brasil tendem a aumentar.

Em Porto Alegre, no século 19, um casal matou alguns viajantes e fez linguiças de carne humana para vender em um açougue da cidade.

Crilda, uma viajante espacial de uma galáxia muito distante tem uma missão importante, evitar a destruição de sua raça. Para isso ela conta com a ajuda de Denilson um terráqueo que no futuro será um cientista muito importante, mas que hoje, é um pouco atrapalhado, e a sua ajuda não sai muito bem como o programado, então ele e seus amigos precisam correr contra o tempo para evitar o pior e restabelecer a paz e a ordem no universo e em suas vidas.

Em 2016, um impeachment destitui a primeira mulher eleita presidente no Brasil. Em um contexto político distópico, Marcela usa o serviço de tele-transporte do celular para deixar o país, mas seu plano é controle.

Um jovem casal tem uma intensa e acalorada discussão na piscina. Quando um deles entra na casa, o outro é surpreendido por Àmân.

Nas profundezas do esquecimento um espírito atormentado espera pacientemente.

Zé do Caixão viaja ao passado e vai a Brasília com o objetivo de evitar o Terror Político instituído no Brasil a partir de 2018, quando os ataques imperialistas conseguiram dividir a população brasileira e roubar suas riquezas. Ele abre o “portal das películas amaldiçoadas” e liberta antigos filmes brasileiros que já denunciavam esses ataques contra a soberania do país e que também alertavam sobre uma guerra híbrida que já acontecia desde a década de 60.

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