Katia Fontinelle é uma talentosa atriz de teatro que pede um Uber para ir a uma festa no interior, em um sábado à noite. Para sua surpresa, a motorista é uma mulher. A viagem segue tranquila até que coisas estranhas começam a acontecer, e o que era para ser uma viagem tranquila se transforma em uma noite de terror.

Ana e Ísis retornam a casa herdada da família, após o óbito de sua irmã, Agda. Lá, se deparam com inquietações acerca de suas ancestralidades, que ainda não foram resolvidas. Através da Luz, Agda tenta comunicar-se com as irmãs.

Gil não está sozinho durante o isolamento social. Um estranho chegou do céu para tomar conta dele.

Uma misteriosa fotógrafa caminha pela noite paulistana à procura de mais uma vítima para seus clicks. Sensações e sentimentos se fundem em um encontro inusitado.

O curta mostra a apreensão de uma jovem (Ana Carolina de Mello) que, de tanto correr, não consegue sair do lugar, o que nela produz sentimentos de melancolia, tensão e, principalmente, paranoia. “A ansiedade e o medo envenenam o corpo e o espírito” (George Bernard Shaw).

Após ter o carro avariado no meio de uma viagem, uma garota se depara com três pessoas que, apesar de desconhecidas, podem conhecê-la melhor do que ela imagina. Embora as três tenham personalidades distintas, todas elas têm um aviso em comum: a garota precisa consertar o carro e sair dali antes que o dia termine, ou sua vida estará em risco.

Pressões assediadoras das ruas. E um grupo de mulheres procura pela in- vocação de um espírito selvagem urbano.

Uma ameaça externa promete acabar com o sossego de uma família. O que poderá deter esse terror? C.H.U.P.A. is Childish Hope Unleashing Pandemic Annihilation.

Num mundo onde são naturais a automação das coisas e as desigualdades sociais, seria possível seres humanos desfrutarem de relações afetivas com as máquinas? Uma grande revelação surpreende os milhares de consumidores de uma grande empresa de tecnologia.

O filme investiga a relação dos corpos com as cidades, ressignificando o corpo em monumento a partir das relações da performance com a criação de memórias territoriais e virtualizadas. Faz parte do projeto monumentosvirtuais.ong.br

Cronotopo é uma palavra em latim que significa a junção do tempo e espaço fechados em um ciclo, contidos em uma narrativa ficcional, mas será que a rotina, a monotonia, o cotidiano não nos aprisionam em cronotopos reais? Dia após dia, hora após hora, minuto após minuto o tempo passa e o ciclo se repete, mas o esforço de sair dessa repetição é grande.

Após anos afastado devido à violenta morte do irmão, um renomado jornalista retorna para a casa de sua família para cuidar de sua mãe, que sofre uma grave e desconhecida doença. Numa noite, o jornalista recebe a visita de dois estranhos, que têm negócios desconhecidos com seu pai. Esse encontro, juntamente com acontecimentos que o levam a desconfiar que algo sobrenatural se abateu sobre sua mãe, fazem-no temer uma nova tragédia.

No dia 16 de janeiro de 2020 o ex-secretário da Cultura e cofundador do Club Noir de São Paulo, Roberto Alvim, divulga um registro em vídeo de seu discurso que apresenta um prêmio direcionado a artistas plásticos; plagia Joseph Goebbels e é acompanhado ao fundo pela música Lohengrin de Richard Wagner. Alvim afirma que a arte brasileira será romântica, nacional, heroica e dotada de grande envolvimento nacional, ou não será nada. Optamos pelo nada e a anunciação da destruição. A cultura não pode ficar alheia.

Uma comunidade indígena do povo Kariri, situada na Chapada do Ara- ripe (zona rural do Crato/CE), reflete acerca da água: o mito indígena de recriação do mundo junto com as águas contra o mito desenvolvimentista capitalista de controle das águas e das corpas humanas e não-humanas que habitam o (entorno do) Rio São Francisco (Opará).

Uma casa na periferia de Salvador. É manhã. Uma laje residencial onde se desenrola a situação. ELA, uma mulher Trans de aproximadamente 35 anos, prepara o espaço para uma cerimônia religiosa, Noite de Iauaraete, entidade encantada das matas virgens, que ELA recebe nas noites de lua cheia. Iauaraete é gente e bicho, é onça e mulher. Espírito ancestral encarnado, que baixa para comunicar as verdades do mundo.

Após um longo período em isolamento e três semanas sem contato com nenhum ser vivo, uma mulher passa a questionar sua sanidade e até mesmo a ameaça que assola o mundo.

Rio de Janeiro, 2020. A cidade se incendiou e sua água secou ou está contaminada. Das profundezas da terra e do céu surgem seres extra-humanos desorientados

Durante um isolamento de emergência, uma mulher convive com uma fantasma. Um dia, ela descobre uma rota alternativa: Xz23- amb.recP 11 mil 207+symb

Minha casa fede a carne. meu irmão esquece de abrir as janelas. O cheiro me encontra e persegue. Onde vou o azedo vermelho me rodeia. Ocupa meu quarto ao tornar-se marrom. Invade os sonhos no escuro e incendeia quando perturba a letra: Penteia meu cabelo / amanteiga os cantos / acessa a raiva / me tirando a fome / podre / confunde o cheiro / do sono / em meu / corpo

Enquanto o caos reina no mundo exterior, uma mulher mantém a paz cuidando de uma pequena horta, até receber uma ordem estranha de terras distantes.

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