No dia 16 de janeiro de 2020 o ex-secretário da Cultura e cofundador do Club Noir de São Paulo, Roberto Alvim, divulga um registro em vídeo de seu discurso que apresenta um prêmio direcionado a artistas plásticos; plagia Joseph Goebbels e é acompanhado ao fundo pela música Lohengrin de Richard Wagner. Alvim afirma que a arte brasileira será romântica, nacional, heroica e dotada de grande envolvimento nacional, ou não será nada. Optamos pelo nada e a anunciação da destruição. A cultura não pode ficar alheia.

O filme investiga a relação dos corpos com as cidades, ressignificando o corpo em monumento a partir das relações da performance com a criação de memórias territoriais e virtualizadas. Faz parte do projeto monumentosvirtuais.ong.br

Rio de Janeiro, 2020. A cidade se incendiou e sua água secou ou está contaminada. Das profundezas da terra e do céu surgem seres extra-humanos desorientados

Pressões assediadoras das ruas. E um grupo de mulheres procura pela in- vocação de um espírito selvagem urbano.

Após ter o carro avariado no meio de uma viagem, uma garota se depara com três pessoas que, apesar de desconhecidas, podem conhecê-la melhor do que ela imagina. Embora as três tenham personalidades distintas, todas elas têm um aviso em comum: a garota precisa consertar o carro e sair dali antes que o dia termine, ou sua vida estará em risco.

Uma casa na periferia de Salvador. É manhã. Uma laje residencial onde se desenrola a situação. ELA, uma mulher Trans de aproximadamente 35 anos, prepara o espaço para uma cerimônia religiosa, Noite de Iauaraete, entidade encantada das matas virgens, que ELA recebe nas noites de lua cheia. Iauaraete é gente e bicho, é onça e mulher. Espírito ancestral encarnado, que baixa para comunicar as verdades do mundo.

Ana e Ísis retornam a casa herdada da família, após o óbito de sua irmã, Agda. Lá, se deparam com inquietações acerca de suas ancestralidades, que ainda não foram resolvidas. Através da Luz, Agda tenta comunicar-se com as irmãs.

Num mundo onde são naturais a automação das coisas e as desigualdades sociais, seria possível seres humanos desfrutarem de relações afetivas com as máquinas? Uma grande revelação surpreende os milhares de consumidores de uma grande empresa de tecnologia.

Uma misteriosa fotógrafa caminha pela noite paulistana à procura de mais uma vítima para seus clicks. Sensações e sentimentos se fundem em um encontro inusitado.

Após anos afastado devido à violenta morte do irmão, um renomado jornalista retorna para a casa de sua família para cuidar de sua mãe, que sofre uma grave e desconhecida doença. Numa noite, o jornalista recebe a visita de dois estranhos, que têm negócios desconhecidos com seu pai. Esse encontro, juntamente com acontecimentos que o levam a desconfiar que algo sobrenatural se abateu sobre sua mãe, fazem-no temer uma nova tragédia.

Durante um isolamento de emergência, uma mulher convive com uma fantasma. Um dia, ela descobre uma rota alternativa: Xz23- amb.recP 11 mil 207+symb

Gil não está sozinho durante o isolamento social. Um estranho chegou do céu para tomar conta dele.

O curta mostra a apreensão de uma jovem (Ana Carolina de Mello) que, de tanto correr, não consegue sair do lugar, o que nela produz sentimentos de melancolia, tensão e, principalmente, paranoia. “A ansiedade e o medo envenenam o corpo e o espírito” (George Bernard Shaw).

Cronotopo é uma palavra em latim que significa a junção do tempo e espaço fechados em um ciclo, contidos em uma narrativa ficcional, mas será que a rotina, a monotonia, o cotidiano não nos aprisionam em cronotopos reais? Dia após dia, hora após hora, minuto após minuto o tempo passa e o ciclo se repete, mas o esforço de sair dessa repetição é grande.

Após um longo período em isolamento e três semanas sem contato com nenhum ser vivo, uma mulher passa a questionar sua sanidade e até mesmo a ameaça que assola o mundo.

Minha casa fede a carne. meu irmão esquece de abrir as janelas. O cheiro me encontra e persegue. Onde vou o azedo vermelho me rodeia. Ocupa meu quarto ao tornar-se marrom. Invade os sonhos no escuro e incendeia quando perturba a letra: Penteia meu cabelo / amanteiga os cantos / acessa a raiva / me tirando a fome / podre / confunde o cheiro / do sono / em meu / corpo

Katia Fontinelle é uma talentosa atriz de teatro que pede um Uber para ir a uma festa no interior, em um sábado à noite. Para sua surpresa, a motorista é uma mulher. A viagem segue tranquila até que coisas estranhas começam a acontecer, e o que era para ser uma viagem tranquila se transforma em uma noite de terror.

Enquanto o caos reina no mundo exterior, uma mulher mantém a paz cuidando de uma pequena horta, até receber uma ordem estranha de terras distantes.

Uma ameaça externa promete acabar com o sossego de uma família. O que poderá deter esse terror? C.H.U.P.A. is Childish Hope Unleashing Pandemic Annihilation.

Uma comunidade indígena do povo Kariri, situada na Chapada do Ara- ripe (zona rural do Crato/CE), reflete acerca da água: o mito indígena de recriação do mundo junto com as águas contra o mito desenvolvimentista capitalista de controle das águas e das corpas humanas e não-humanas que habitam o (entorno do) Rio São Francisco (Opará).

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