O que o mundo finge carregar nas costas já deveria estar aterrado com o passado, fazendo par aos jornais velhos, sujos de sangue. Meio ao lixo e notícias da miserável realidade humana surge nosso patético herói fetal. Tropeçando nas próprias pernas, ingênuo e frágil tenta sobreviver entre os humanos.

Conheça o solitário Roberval, portador de uma mente subversiva, confusa, alimentada por cismas, devaneios profundos, desconstruções da realidade simbólica e material.

Quatro sociopatas saem da caótica Salvador discutindo terrorismo poético, teoria do caos, conspiração e anarquia. Para onde eles estão indo?

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