c0rp0 de bytes explora o espaço cibernético como uma extensão do mundo material, onde o corpo é interpretado como uma máquina e o coletivo é massificado e refém do capitalismo selvagem. O curta experimental explora as experiências humanas de forma digitalizadas/virtualizadas, abordando ideias como consumo frenético, efemeridade e ubiquidade, a interseção entre o real e o digital, pulsões, ansiedades, erros, espasmos... A necessidade constante de reconfiguração, alteração e aprimoramento.

Lídia e Riani, um jovem casal em crise, precisam enfrentar seus demônios para encerrar um ciclo.

Duas missionárias exploram a Amazônia em busca da cidade perdida de Ragatanga, para trazer o fim do mundo. No caminho, produzem o último documentário. O documento final.

Destaques

Mergulho no inconsciente selvagem feminino e reencontro com o conhecimento ancestral que sangra histórias jamais esquecidas.

Uma jovem se dedica a cantar em um bar diante de um público masculino. A presença de uma misteriosa mulher que a observa atentamente faz com que A Cantora comece a se sentir desconfortável, instável e sofra de dores corporais no palco.

Uma mulher tem que lidar com as monstruosas mudanças físicas de seu parceiro. Uma experiência sensorial com cenários que podem ser livremente interpretados pelo espectador, dirigida por Ramiro Zalazar.

Ana é uma garota com quase 18 anos. A tia de ela fez uma celebração para recebê-la no mundo das bruxas. Ana perceberá que, na verdade, é um rito de sacrifício para que a tia obter juventude. O curta é uma pequena parte de um gigantesco universo de bruxas. Mulheres reais com magia que enfrentam problemas com a ideia sobre beleza, de sacrifício. Ana representa a nova geração de bruxas e mulheres que não estão mais dispostas a repetir padrões, mesmo que sejam da própria família.

Os países do Norte Global são os maiores poluidores do planeta com suas emissões de CO2. Assim, criaram o sistema de créditos de carbono, que finge proteger florestas no Sul Global, que já são protegidas por seus povos originários. Uma farsa típica do capitalismo financeiro conhecida como "ar quente". Os seres daquelas florestas, através de suas ativAÇÕES perforMÁGICAS, vieram revelar essa grande farsa e convidar a todos para fazer justiça ambiental.

Um monólogo de mãe enquanto sua filha habita espaços que vão do campo bucólico à opressiva cidade de concreto.

Uma mulher acorda deitada no concreto e encontra um mundo incomum onde as pessoas agem livremente com seus corpos pela cidade. O contato com eles rompe a linha ficcional e nos cruza com a performance.

Egon não deseja mais nada; a não ser um bife… cru. Porém, ao conhecer uma Mulher Desdenhosa, ele volta a sentir; raiva e amor. Juntos eles vão desvelar as camadas mais sutis da realidade; mas bastará para que encontrem, dentro de si, algo além da solidão?

A visão de mundo mexica concebia que a realidade divina se sobrepunha no espaço das criaturas e acreditava em uma natureza dupla de tempo e espaço.

O que é a identidade, senão uma história? Esta é a minha auto-história, uma viagem poética pela minha imaginação. O que as perguntas sobre meu nome próprio e minha condição de mulher têm a me dizer? A resposta está na forma de uma criatura.

Através da poesia, da dança e do canto um grupo de mulheres negras se conecta com sua ancestralidade e busca curar a história que as trouxe até aqui. Através das tradições corporais de seus territórios, aliadas às suas experiências pessoais, vidas e memórias encarnadas, investigam suas possibilidades de escrita de si através do corpo e de seu movimento, deixando para trás a narrativa colonial que lhes foi imposta e buscando seu próprio ritmo interior.

Esta travessia começa no rio Capibaribe, por onde muitas pessoas traficadas de África entraram no Brasil. Seguimos por lugares que quase escondem o horror da tragédia colonial. Apesar de tudo isso, encontramos estratégias para sobrevivermos à feiura do mundo. Seth é o juiz; e Sethico, seu julgamento.

Com os olhos livres, coração aberto, bons amigos e um punhado de sorte, Gurcius Gewdner revisita algumas de suas aventuras dos últimos cinco anos, sobrevive ao implacável inverno Russo e faz a seguinte pergunta: quão longe pode ir um filme underground brasileiro?

Oceano Atlântico, Ano 1500. Durante a viagem das naus comandadas por Pedro Álvares Cabral estranhos acontecimentos fazem com que a tripulação se perca no espaço e no tempo sem nunca chegar ao Brasil. “A Viagem Sem Fim” é uma remontagem do clássico “O Descobrimento do Brasil” (1937), de Humberto Mauro.

Uma casa na periferia de Salvador. É manhã. Uma laje residencial onde se desenrola a situação. ELA, uma mulher Trans de aproximadamente 35 anos, prepara o espaço para uma cerimônia religiosa, Noite de Iauaraete, entidade encantada das matas virgens, que ELA recebe nas noites de lua cheia. Iauaraete é gente e bicho, é onça e mulher. Espírito ancestral encarnado, que baixa para comunicar as verdades do mundo.

Dimi é um cão cujo passatempo favorito é dar saltos ornamentais em direção ao precipício da incerteza.

Colagem experimental com filmagens novas, realizadas em 2010, combinadas com material inédito de Zé do Caixão rodado em 35mm em meados dos anos noventa e só revelado recentemente.

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