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Montanhas de lixo pelas ruas. Pessoas cobertas de lixo e se hidratando com chorume. Lixos com um brilho neon. Lixo com holograma e som estéreo. O lixo é um outdoor de alta concorrência. O lixo é a nova moeda e seu lastro é maior que o d'ouro.

"JAIZ" é um filme dirigido por Cleyton Xavier e Sofócles Bourouckzick, estrelando eles próprios como Lucas e Fumanoskówski respectivamente. Filmado em 1842, o filme foi editado em 2028 por Clara Chroma e lançado galáxialmente em 2017 no famigerado Festival de Chorume. O filme é uma poderosa menção honrosa ao modelo de produção audiovisual & artístico vigente nos anos que antecedem o terceiro milênio.

“No princípio fui criada apenas por Mãe, ela nunca me falou nada sobre Deus...” Gênesis recontada a partir das experiencias de uma garota criada apenas por mãe.

A jornada imperialista de Cleópatra, Rainha das Rainhas, em seu caminho para conquistar todo o cosmos. Enredo quente e muita lambida de dedos marcam as lutas políticas entre a Deusa Encarnada do Egito, Júlio César - O Grande dos Grandes de Roma, e seu sucessor Marco Antônio - O Mestre das Festas. Inflamada pela antiga bruxaria da atemporal Drusila, Cleópatra conseguirá se tornar a soberana de tudo? Negócios sujos com Calígula, os poderes infernais do Reino de Laos e o brilho ofuscante da eterna Esfinge selarão o destino do mais famoso Imperador Dourado do universo.

Imhotep é a materialização pedagógica do desintegrar. A impossibilidade de permanência dos pixels contrastada com o grande projeto de civilização egípcio da antiguidade. Escorado pela tábua de esmeraldas de Hermes. Trimegisto é um sigil que confirma a farsa dialética do tempo espaço pela costura limitada da linguagem inerte antes do hiperespaço.

Uma ode ao canibalismo desbundado, uma resposta subdesenvolvida ao mito da avant-garde, um dedo sujo em riste para ser esfregado na roupa de baile da soberba.

O que o mundo finge carregar nas costas já deveria estar aterrado com o passado, fazendo par aos jornais velhos, sujos de sangue. Meio ao lixo e notícias da miserável realidade humana surge nosso patético herói fetal. Tropeçando nas próprias pernas, ingênuo e frágil tenta sobreviver entre os humanos.

Conheça o solitário Roberval, portador de uma mente subversiva, confusa, alimentada por cismas, devaneios profundos, desconstruções da realidade simbólica e material.

“Eunóia” propõe uma experiência estética que se situa na zona de fronteira entre o absurdo e a realidade; entre o insólito e o objetivo. A obra é a adaptação do livro homônimo do próprio Eduardo Ferreira, publicado em 2006.

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