Nesse poema audiovisual vemos a saga cósmica de uma família perturbadora pela ótica de seu filho caçula. O retrato épico de uma sociedade que percebeu tarde demais o seu estágio de decadência. Um vídeo hediondo que só poderia ter nascido nos trópicos.

Nesse poema audiovisual vemos a saga cósmica de uma família perturbadora pela ótica de seu filho caçula. O retrato épico de uma sociedade que percebeu tarde demais o seu estágio de decadência. Um vídeo hediondo que só poderia ter nascido nos trópicos.

Ficha técnica

Direção: Cláudio Quiropótamo; Montagem: Jairo Parasita; Roteiro: Braün Ridre Chulaq; Animação e desenhos: Marcos Olatti.

Ficção, SP, 2015, 12 min.

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