Uma estudante de jornalismo viaja com seu namorado para Chiloé, uma ilha remota na Patagônia, no sul do Chile, para investigar a relação entre o alto número de crimes sexuais e os mitos e lendas que rodeiam este lugar isolado e misterioso. Logo eles descobrirão que, por trás destas lendas, existe algo muito mais obscuro que vai começar a se desenrolar na direção de um destino inevitável. Aos poucos eles entenderão que, muitas vezes, é melhor manter sua sanidade do que descobrir a verdade.

Um monstro destruidor está a solta e a próxima vítima pode ser você.

A jornada imperialista de Cleópatra, Rainha das Rainhas, em seu caminho para conquistar todo o cosmos. Enredo quente e muita lambida de dedos marcam as lutas políticas entre a Deusa Encarnada do Egito, Júlio César - O Grande dos Grandes de Roma, e seu sucessor Marco Antônio - O Mestre das Festas. Inflamada pela antiga bruxaria da atemporal Drusila, Cleópatra conseguirá se tornar a soberana de tudo? Negócios sujos com Calígula, os poderes infernais do Reino de Laos e o brilho ofuscante da eterna Esfinge selarão o destino do mais famoso Imperador Dourado do universo.

Carlos se vê perturbado por uma potente inquietude. Já seu analista está obcecado pela ideia de que deve eliminá-lo para salvar sua ilha. A ilha é, por excelência, um território perturbado. Pedaço de terra desligado do continente ou território que emerge dos abalos advindos do centro do mundo: voltar a se integrar ao mar é o fantasma que ronda todas as ilhas. Existe, nessa relação tensa entre mar e ilha, uma oposição entre civilização e destruição, forma e informe, cultura e caos unidos em um carinhoso e escatológico tributo a Carlos Reichenbach, Lucio Fulci e Andrzej Zulawski.

Por questões ontológicas dos seres (no caso Dinossauros), reflexões sobre a inércia e o voluntariado, além de uma pitada de poética contemporânea são necessárias nas vidas desses pobres mortais.

Um homem, envolvido em um estranho ritual, tem três dias para buscar o presente ideal ao Belzebu com quem fez um pacto. Enquanto isso, a mulher amada continua possuída pelo demônio.

“E comerás o fruto do teu ventre, a carne de teus filhos e de tuas filhas, que te der o Senhor teu Deus, no cerco e no aperto com que os teus inimigos te apertarão.” – Deuteronômio 28: 53 

Imhotep é a materialização pedagógica do desintegrar. A impossibilidade de permanência dos pixels contrastada com o grande projeto de civilização egípcio da antiguidade. Escorado pela tábua de esmeraldas de Hermes. Trimegisto é um sigil que confirma a farsa dialética do tempo espaço pela costura limitada da linguagem inerte antes do hiperespaço.

Um projecionista de cinema tem sua rotina afetada de forma drástica, após encontrar uma misteriosa lata de película contendo as advertências: Não abrir. Não projetar.

Um filme non sense dub, autoproclamação e profanação. Este é MACEDU$$$ e seu bando itinerante. Um filme propaganda de um nome: MACEDUSSS (uma anti estrela, ajustada ao caos, um GG Allin de geleia). MACEDUSSS é também: gênio lesado, mais deus que Inri Cristo. No fundo é o último romântico, o salvador.

Nesse poema audiovisual vemos a saga cósmica de uma família perturbadora pela ótica de seu filho caçula. O retrato épico de uma sociedade que percebeu tarde demais o seu estágio de decadência. Um vídeo hediondo que só poderia ter nascido nos trópicos.

Uma ode ao canibalismo desbundado, uma resposta subdesenvolvida ao mito da avant-garde, um dedo sujo em riste para ser esfregado na roupa de baile da soberba.

Num bairro de classe média numa cidade do interior do Brasil, a especulação imobiliária ameaça os espaços afetivos da memória de um grupo de amigos. Sua resposta diante dessa iminente transformação é praticar sexo em locais públicos e nessas construções. E o amor? É apenas mais uma construção?

Na obra de ficção científica, um ciborgue (androide cuja cadeira é recoberta por tecido vivo) com inteligência artificial, designado Cybotron Robotnyc Systems Model 201 - 309 Series Terminator (interpretado por Sofóles Bourouckzick), é transportado no tempo, de 2029 até ao dia 12 de maio de 1984, com o objetivo de alterar o curso da História e consequentemente, o futuro dos homens-cadeira.

Um casal é surpreendido por um fenômeno sobrenatural em sua casa, sem saber o que fazer, o terror e o pânico é rapidamente instalado em suas mentes.

Apresentada no Salão dos Recusados de 1863, a tela Almoço na Relva de Édouard Manet desnorteou muitos juízos de sua época. Na imagem, enquanto os senhores conversam entre si e uma espécie de ninfa se banha atrás do grupo, uma mulher nua encara o espectador com um olhar questionador. Uma figura feminina que não está plácida, nem modesta, tampouco acuada e sustenta uma questão em seu olhar. Pela via do corpo, pelas inesperadas razões carnais e pela celebração dionisíaca de uma existência feliz, o indivíduo desvia de sua condição de rebanho. Ovelha desnorteada que pode então encontrar um novo norte, que é deleite e questão, superfície e mistério, beleza e estranhamento.

Este filme é a nova incursão de Ivan Cardoso no cinema pop e experimental, homenageando antigas exibições no Cine AC e reunindo filmes restaurados e obras inéditas.

As viagens exploratórias do homem a Marte começaram em 1988. Rezam os factoides, que boa parte dos astronautas voltaram das viagens espaciais malucos ou com delírios místicos. Desde que mantido sigilo total, um grupo seleto de jornalistas espalhados pelo planeta ficaram a par destas excursões, entre eles alguns jornalistas do staff d'O GLOBO. Os relatórios dos astronautas são raros, mas constantes e entregues de duas formas: relatos em áudio e filmagens dos passeios a campo, estrelados pelo corajoso astronauta brasileiro Erivaldo Mattus. Com o desaparecimento misterioso de nosso herói alagoano, é chegada a hora de alguns destes relatos virem ao conhecimento do público, através dos infalíveis arquivos acumulados por Gurcius Gewdner.

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