“Eunóia” propõe uma experiência estética que se situa na zona de fronteira entre o absurdo e a realidade; entre o insólito e o objetivo. A obra é a adaptação do livro homônimo do próprio Eduardo Ferreira, publicado em 2006.

Uma criança nasce com folhas em seu corpo e sua mãe busca a cura. Na escola, porém, as outras crianças a discriminam e ela foge para mata! Na Caatinga, encontra seres encantados de tradições indígenas e negras e caminha numa aventura de autoconhecimento. Sua busca a leva até Òsányìn, o Orisà das folhas, que apresenta o poder das plantas e a importância da preservação ambiental.

Este filme foi feito pra ser visto de olhos fechados. Vá para o local mais escuro possível e fique com sua face bem próxima do dispositivo que estiver passando este filme. Para experiências mais avançadas, recomenda-se o uso do projetor direcionado para o rosto do espectador em distâncias seguras. Não conhecemos os riscos que esta experiência possa oferecer a saúde. Faça por sua conta e risco. Use com moderação.

Através de magia negra, um grupo desconhecido ataca suas vítimas em noite de natal.

João do feto morto é um garoto como qualquer outro, mas com um pequeno problema.... João nasceu com um feto morto em sua cabeça e isso é uma coisa que lhe sempre causa problemas.

Entre a margem de uma praia marcada por coqueiros tropicais e a margem oposta cravada de usinas e cargueiros, há um território de disputas desleais entre tubarões e peixes pequenos. É nele que Rejane chega para tentar entender o que aconteceu com seu irmão, um exímio mergulhador encontrado morto em um mar cercado de sombras por todos os lados.

Uma comunidade indígena do povo Kariri, situada na Chapada do Ara- ripe (zona rural do Crato/CE), reflete acerca da água: o mito indígena de recriação do mundo junto com as águas contra o mito desenvolvimentista capitalista de controle das águas e das corpas humanas e não-humanas que habitam o (entorno do) Rio São Francisco (Opará).

Uma noite entre amigos em um pub se transforma numa brutal luta pela sobrevivência com a chegada de uma criatura demoníaca.

A equipe de Las Lobas vai disputar uma partida em uma cidade distante. Porém, o carro quebra e eles têm que esperar em uma casa de campo. As tensões vão aumentar entre os atletas, mas eles não sabem que algo se esconde nas profundezas do campo que os forçará a se unirem e lutarem em equipe ou a se separarem e morrerem.

Gede Vizyon leva o espectador a um passeio inusitado pelo Grande Cemitério de Port-au-Prince, Haiti. Algo corre solto pela estrutura labiríntica do cemitério, captando imagens e sons em seu caminho, criando uma experiência desorientadora. Em resposta a essa documentação, um Hougan cria poesia que se torna narração, enquanto um Mambo canta hinos vodu que se tornam trilha sonora. Produzido como parte da 5ª Bienal do Gueto do Haiti.

Em um espaço em que os internos são responsáveis pela segurança e a manutenção da instituição em que estão presos, um grupo de personagens embarca no universo de seus sonhos e aspirações através do cinema. A disciplina e sujeição marcam as experiências de reclusão, impondo rigidez a tal rotina, enquanto o cinema se mostra uma janela para fabular outros mundos possíveis.

Por meio de uma sobreposição inédita da obra visual e literária de Hélio Melo com retratos atuais do Acre, embarcamos na peleja do artista para contar a história dos seringueiros e povos originários da Amazônia que defendem a floresta contra ameaças de apagamento e destruição.

Uma artista experimental de música eletrônica se reencontra com sua ex-namorada depois de anos sem vê-la.

“Hermanos, Aqui Estamos” é um documentário de curta-metragem que retrata a realidade e as histórias de vida de mulheres imigrantes da Venezuela em Cuiabá, MT, encontradas nos cruzamentos de grandes avenidas segurando placas com pedidos desesperados de ajuda, nas casas de abrigo e nas periferias da cidade – refugiadas da atual grande crise política, econômica e humanitária em seu país.

Em Histórias Estranhas II – Demônios e Possessões, seis novas histórias surgem: uma viúva é seduzida por um demônio metamorfo, um casal de namorados se encontra em um pesadelo, uma entidade ancestral é libertada, um padre investiga uma estranha possessão, uma bruxa invoca os mortos atrás de respostas e um violinista é atormentado por seus demônios pessoais.

Depois de ler a história folclórica da Pisadeira para sua irmã, o jovem Thiago tem dificuldade para dormir e acredita que talvez esteja sendo assombrado por essa entidade.

Um popular programa de TV apresenta fortes imagens de estupro, violência e morte de uma jovem socialite, sequestrada por dois bandidos que produziam filmes snuff. Este curta apresenta uma forte crítica ao sensacionalismo da imprensa marrom que, além do objetivo de faturar à custa do sacrifício da ética, manipula de forma sórdida a mente das pessoas.

Uma casa na periferia de Salvador. É manhã. Uma laje residencial onde se desenrola a situação. ELA, uma mulher Trans de aproximadamente 35 anos, prepara o espaço para uma cerimônia religiosa, Noite de Iauaraete, entidade encantada das matas virgens, que ELA recebe nas noites de lua cheia. Iauaraete é gente e bicho, é onça e mulher. Espírito ancestral encarnado, que baixa para comunicar as verdades do mundo.

Lu, uma mulher de 24 anos, sempre teve dificuldade em expressar suas emoções até se conectar com sua versão de 5 anos, em uma linha atemporal. Lu, de 24 anos, tem um sonho lúcido que a ajuda a controlar todas as emoções que reprimiu ao longo dos anos, mas para Lu, de 5 anos, todas as emoções estão representadas em uma casa de bonecas.

Garota vai longe demais ao jogar vídeo game e se vê presa dentro da trama do jogo.

Imhotep é a materialização pedagógica do desintegrar. A impossibilidade de permanência dos pixels contrastada com o grande projeto de civilização egípcio da antiguidade. Escorado pela tábua de esmeraldas de Hermes. Trimegisto é um sigil que confirma a farsa dialética do tempo espaço pela costura limitada da linguagem inerte antes do hiperespaço.

Livremente inspirado na canção "Iracema", de Adoniran Barbosa, este filme conta a história de Patrícia, uma lésbica enlutada que perdeu todas as memórias de sua amada recém-falecida. De Iracema sobraram apenas as botas, nas quais Patrícia agora projeta um imenso luto capaz de dar a elas o peso e a massa necessários para transformá-las em uma singularidade cósmica que vai distorcer todo o tempo e o espaço ao redor.

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